
Crítica / “Tempo”, de M. Night Shyamalan (2021)
Ao longo de sua carreira, alçada a alta expectativa após O Sexto Sentido (1999) e frequentemente questionada a cada novo filme que vinha ao mundo, M. Night Shyamalan se manteve fiel a uma essência de cinema e visão de mundo que lhe parecem fundamentais, até mesmo em obras “encomendadas” como O Último Mestre do Ar (2010) e Depois da Terra (2013). Esse mote principal que guia o seu trabalho está ligado a uma visão de como a vida por si só e a simples existência já são extraordinárias – uma visão que ele gosta de trabalhar pela via da tomada



